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Marcha dos povos originários destaca protagonismo indígena na preservação da natureza

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Indígenas de todo Brasil estão acampados na capital federal e marcharam até o Congresso Nacional

Com corpos pintados de jenipapo e urucum, e entoando cantos tradicionais, milhares de indígenas marcharam do Complexo Cultural Íbero Americano em direção ao Congresso Nacional nesta quinta-feira (10/4). A mobilização integra a 21ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL), realizado de 7 a 11 de abril, na capital federal.
O tema da marcha é “A resposta somos nós”. Segundo os indígenas, o objetivo da mobilização é mostrar ao governo e à sociedade a necessidade de agir contra a crise climática. Eles reivindicam o fim da era dos combustíveis fósseis, uma transição energética justa e o reconhecimento da importância dos povos originários e dos territórios tradicionais para a preservação da natureza.
Mauríco Terena, coordenador jurídico da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), ressaltou que as terras indígenas são as mais preservadas e que não é possível falar da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30) sem a participação dos povos originários.
As ministras Marina Silva e Sonia Guajajara, dos Ministérios do Meio Ambiente e Povos Indígenas, e a deputada federal Célia Xakriabá (PSol-MG) marcharam ao lado dos indígenas. O deputado distrital Fábio Félix (PSol-DF) também marcou presença na mobilização.
O parlamentar do Distrito Federal frisou que acompanha as demandas dos indígenas do Noroeste, do Paranoá e de Sobradinho. “Foi um dia lindo. Indígenas de todo o país ocuparam Brasília para mandar um recado para os Três Poderes sobre a necessidade do respeito aos territórios e da garantia dos direitos indígenas, pois são eles que protegem a natureza”, afirmou Fábio Félix.
Thalyne Karajá, de Santarém, no Pará, defendeu que os direitos dos povos indígenas são ancestrais. “Antes do Brasil ser Brasil nós já estávamos aqui”, frisou. A indígena também ressaltou que os povos originários são contra a exploração de petróleo na Bacia Amazônica. “Isso vai atingir de forma negativa territórios indígenas, ribeirinhos e comunidades de toda a Amazônia”, diz.
Acampamento Terra Livre é organizado pela Apib e sete organizações regionais: Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coaib e Comissão Guarani Yvyrupa.

Representantes da Defensoria Pública de alguns estados brasileiros estiveram presentes na marcha. Arthur Pessoa, defensor público do Amapá, destacou que participou do ATL para ouvir as demandas dos povos originários e traçar estratégias para atender as comunidades. A defensora pública Letícia Amorim, de Tocantins, citou que a Defensoria Pública atua com atendimentos jurídicos para os indígenas, como a inclusão de etnias nos nomes e questões territoriais.

Confusão com a polícia

As Polícias Legislativas Federais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal usaram agentes químicos para conter os indígenas que participavam da marcha do Acampamento Terra Livre.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do DF, duas mulheres foram atendidas com mal súbito. “Uma foi transportada para a UPA de São Sebastião e a outra para o IHBDF. Estavam conscientes, orientadas e estáveis”, diz nota da corporação.  Um dos indígenas atingidos foi a deputada federal Célia Xakriabá (PSol-MG).

“Mesmo me identificando como deputada federal, fui impedida de sair do local, constrangida, agredida e precisei de atendimento médico na Câmara dos Deputados. Esse episódio escancara o que temos denunciado há muito tempo: a violência do Estado contra os povos originários e o racismo institucional que marca as estruturas de poder deste país. Também é violência política de gênero, num país em que ser mulher indígena no Parlamento é resistir diariamente ao apagamento”, escreveu Célia Xakriabá, nas redes sociais.

A assessoria da Câmara dos Deputados informou que a ação dos policiais legislativos foi tomada para impedir a entrada no Congresso Nacional. “O acordo com o movimento indígena, que reúne lideranças de diferentes etnias do país, era que os cerca de 5 mil manifestantes chegassem apenas até a Avenida José Sarney, anterior à Avenida das Bandeiras, que fica próxima ao gramado do Congresso. Mas, parte dos indígenas resolveu avançar o limite. A situação já foi controlada e o policiamento das duas Casas Legislativas, reforçado”, disse a Câmara dos Deputados.

COP30

Também nesta quinta-feira (9/4), o Ministério dos Povos Indígenas anunciou uma Comissão Internacional Indígena para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-30), que ocorrerá em novembro, em Belém (PA). O grupo tem o objetivo de ampliar a visibilidade e a influência dos povos indígenas nas negociações climáticas e será coordenado pela ministra Sonia Guajajara.

“A comissão é uma plataforma que busca o avanço dos direitos indígenas, da resiliência e da liderança climática. Temos, na COP-30, a oportunidade de garantir a melhor e maior participação indígena da história. Nossa meta é ter mil representantes indígenas credenciados na Zona Azul”, pontua Sonia Guajajara.

 

Fonte: Correio Braziliense

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