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Política

Impasse na PEC dos Militares causa tensão entre os governistas

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Aprovada pela CCJ em novembro, matéria encontra obstáculos para avançar no Senado e desgasta relação entre governistas e a Defesa. Nova audiência pública será no dia 25

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que restringe a participação de militares nas eleições, de autoria do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), está travada por falta de consenso entre as bancadas. Mas não só por isso. Iniciativa dos governistas, a PEC está causando racha também entre os aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, com isso, desgastando a relação entre lideranças no Senado e o Ministério da Defesa. Apesar do impasse, uma audiência pública foi marcada para o próximo dia 25.

O líder do PSD, Otto Alencar (BA), falou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), “ficou de avaliar o tema, mas não houve um consenso dos líderes a esse respeito”. “Houve a discordância de outros senadores e de lideranças de outros partidos. Portanto, não ficou definida e pacificada essa votação”, explicou Otto, após a tradicional reunião entre as lideranças.

A PEC, que veio como uma resposta do governo Lula à politização das Forças Armadas durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), altera o artigo 14 da Constituição Federal, ao inserir um inciso que prevê que o militar, no ato de registro de sua candidatura, seja transferido para a reserva não remunerada. Só poderão ir para a reserva remunerada aqueles que tiverem mais de 35 anos de serviço.

“Na minha opinião, (a PEC) tem que ser apreciada. Se a matéria está aí já há tanto tempo para ser analisada, ela deve ser apreciada. Que o Senado venha deliberar a respeito de um tema que, na minha opinião, precisa ser debatido e esclarecido dentro do possível. Até porque causou problemas dentro da estrutura do governo federal, agora, no último governo, do ex-presidente Bolsonaro. A participação foi muito ativa, e levou, inclusive, à estimulação do 8 de janeiro”, opinou Otto.

A matéria, relatada pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO), acaba esbarrando no projeto de lei que institui o novo Código Eleitoral, sob relatoria de Marcelo Castro (MDB-PI). Ambos os textos apresentam restrições para a candidatura de membros do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e da Polícia Militar, e enfrentam impasse e resistência na Casa Alta.

A discussão das duas propostas tem gerado divergências, não só entre oposição e situação, mas dentro da base do governo Lula. Para o líder do PSD, a importância de se votar logo a PEC dos Militares está justamente na maturação que o texto tem, em relação ao novo Código Eleitoral. “O texto relatado pelo Marcelo Castro é mais amplo e não vai ser, na minha opinião, resolvido nesse semestre.”

“Têm várias emendas, várias discussões. Eu, por exemplo, apresentei uma emenda e eu não sou contra a reeleição, sou contra eleição de dois em dois anos. Na minha opinião, não dá para continuar assim, por vários motivos. Eu acho que as eleições devem ser feitas no mesmo ano para todos os cargos. Para Executivo, para Legislativo. Então, isso vai merecer uma discussão mais ampla”, declarou Alencar.

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