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Justiça reconhece prática de racismo contra Ludmilla em caso ocorrido em 2017

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A cantora Ludmilla utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (13) para manifestar-se sobre a decisão judicial que reconheceu um ato de racismo cometido contra ela em 2017, durante uma transmissão televisiva.

O episódio ocorreu quando o apresentador Marcão do Povo, à época em atuação em uma emissora de TV aberta, referiu-se à artista com expressões ofensivas de cunho racial, incluindo o termo “pobre macaca”, ao vivo. A declaração gerou ampla repercussão e levou Ludmilla a ingressar com uma ação na Justiça.

Após anos de tramitação, o Judiciário decidiu a favor da cantora, reconhecendo a existência de crime de racismo na fala do apresentador. Em pronunciamento por meio de suas redes sociais, Ludmilla afirmou que, embora a decisão não apague a dor sofrida, representa um avanço na responsabilização de condutas discriminatórias.

“Essa vitória não apaga a dor, mas reforça que racismo é crime e tem consequências. Agradeço ao sistema judiciário brasileiro por apoiar essa luta. Justiça foi feita”, declarou a artista.

O caso é mais um entre os crescentes registros de ações judiciais envolvendo racismo no ambiente midiático, destacando a importância da responsabilização por discursos de ódio e preconceito em espaços públicos de comunicação.

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