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Tela e câmeras: entenda como um carro de F1 passa a noite nos GPs

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A cena chama atenção de quem caminha pelo pit lane da F1 numa noite de sábado ou na manhã de domingo. Ao contrário da frenética movimentação de mecânicos nos boxes ao longo de um dia de grande prêmio, o que se vê são os carros da principal categoria do automobilismo mundial “dormindo”, cobertos por telas especiais e vigiados 24 horas por câmeras de segurança, no melhor estilo Big Brother Brasil.

O objetivo é garantir que os 20 carros estejam dentro do regulamento, que não permite mudanças no ajuste dos F1 entre a classificação, normalmente disputada no sábado, até o final da corrida no domingo – isso inclui o momento após a bandeirada.

Normalmente, os fãs observam os três primeiros colocados estacionando o F1 na reta do box, perto do pódio, para dar entrevistas e se encaminhar para cerimônia de premiação. Além desta área, os pilotos que ficam de quarto lugar para trás param o carro na entrada do pit lane.

Todos eles ficam “em regime de parque fechado”, ou seja, em uma área onde apenas os comissários da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) têm acesso e os mecânicos da equipe só podem estar presentes para procedimentos simples, como refrigeração do carro após a corrida ou ajudar o comissário a verificar uma peça para inspeção, por exemplo.

Na F1, é comum serem anunciadas minutos ou horas após o GP algumas desclassificações – e muitas delas são detectadas justamente após inspeções no parque fechado. Ao não permitir mudanças do sábado para o domingo, a FIA também busca maior equilíbrio e uma prova mais emocionante e dinâmica, já que os carros poderiam ter configurações bem distintas para a classificação e a prova, que é bem mais longa, com cerca de uma hora e meia de duração e mais de 300 quilômetros de extensão.

– O desafio para pilotos e engenheiros é justamente encontrar o melhor equilíbrio entre um carro rápido em uma volta de classificação e que também seja bom na corrida, em que o desafio do desgaste de pneus é bem maior – explicou Gabriel Bortoleto, brasileiro da Sauber, ao ge.

Algumas exceções para regra do parque fechado existem, como uma mudança inesperada no clima. Mas ainda assim a FIA precisar autorizar as alterações, já que alguns times podem já ter acertado seu carro no sábado pensando na chuva de domingo, mesmo que isso comprometa o resultado de grid.

Peças quebradas, por um acidente, por exemplo, podem ser trocadas, mas por outras de mesma especificação. São tantos lacres utilizados para garantir que não houve alteração que a FIA estima gastar mais de 40 mil deles em uma única temporada.

Depois da “noite de sono” no sábado, coberto por uma tela especial (que tem furos, semelhantes a um mosquiteiro, justamente para facilitar a vigilância das câmeras instaladas no box), os F1 “acordam” cinco horas antes do horário oficial de largada de cada GP.

Carro de Oliver Bearman, da Haas, coberto por tela antes de corrida — Foto: Rodrigo França

Carro de Oliver Bearman, da Haas, coberto por tela antes de corrida — Foto: Rodrigo França

Mudar o ajuste do carro segue sendo proibido, mas a partir daí já é possível prepará-lo para a corrida, quando, aí sim, o F1 pode roncar bem alto acelerando a mais de 300 km/h.

 

Fonte: ge

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