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Amazônia

Governo de RO incentiva participação de mulheres e impulsiona pesquisa e inovação na Amazônia

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O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, é uma data dedicada a reconhecer, valorizar e incentivar a participação feminina em todas as áreas do conhecimento científico, especialmente nos campos da ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Na Amazônia, a presença feminina na pesquisa científica é essencial para a compreensão das dinâmicas socioambientais, da biodiversidade e das populações tradicionais da região. Para ampliar essa visibilidade, o governo de Rondônia vem contribuído significativamente para a ciência e a realidade local, aumentando a busca e interesse por mulheres na ciência.

Em Rondônia, o fortalecimento da ciência passa, hoje, pelo trabalho de mulheres pesquisadoras apoiadas pelo governo, por meio da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa (Fapero). Atuando em áreas como saúde, meio ambiente, inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável, essas cientistas contribuem diretamente para o avanço da pesquisa e da inovação no estado.

Ao longo da história diversas mulheres se destacaram e deixaram contribuições fundamentais para a ciência. No estado, esse protagonismo feminino também marcou a construção do conhecimento científico na região.

Emilie Snethlage

Um dos nomes mais emblemáticos da história da ciência na Amazônia é o da naturalista e ornitóloga Emilie Snethlage, cientista alemã reconhecida como uma das principais referências nos estudos sobre a fauna amazônica no início do século XX. Nascida em 13 de abril de 1868, em Gransee-Kraaz, destacou-se por pesquisas pioneiras que contribuíram de forma decisiva para o conhecimento da avifauna brasileira, estabelecendo bases importantes da biogeografia das aves ao identificar variações na distribuição das espécies na Amazônia.

Em 1914, publicou o Catálogo das Aves Amazônicas, obra de referência para a ornitologia nacional e internacional. Emilie Snethlage foi a primeira mulher a ocupar um cargo público em uma instituição de pesquisa no Brasil, tornando-se símbolo de pioneirismo da atuação feminina na ciência. Seu último campo de pesquisa foi a região amazônica de Rondônia, com estudos sobre a avifauna do rio Madeira. Em Porto Velho, sua memória é preservada no Memorial Rondon, onde um busto em formato de cascata homenageia a cientista, criando um espaço em que aves utilizam a água. Snethlage faleceu na capital rondoniense em 25 de novembro de 1929, deixando um legado científico duradouro que segue influenciando pesquisas até os dias atuais.

Yeda Pinheiro Borzacov

Seguindo a trajetória aberta por pioneiras da ciência na Amazônia, como Emilie Snethlage, Rondônia também consolidou sua produção científica e intelectual por meio da atuação de mulheres que ajudaram a construir e preservar a memória do estado. Entre esses nomes, destaca-se a professora Yêda Pinheiro Bozarcov, referência fundamental para a história, a cultura e a pesquisa regional.

Yêda Pinheiro Bozarcov é uma das principais referências na preservação da memória histórica e cultural de Rondônia. Doutora honoris causa pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR), teve atuação decisiva na valorização da identidade rondoniense e no fortalecimento das políticas culturais do estado.

Confira algumas pesquisadoras apoiadas pelo governo de Rondônia e suas respectivas linhas de pesquisa:

  • Dra. Mayra Araguaia Pereira Figueiredo: pesquisadora da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), com atuação nas áreas de doenças parasitárias transmitidas por artrópodes, ictioparasitologia e inter-relações em sistemas de produção animal e vegetal no bioma amazônico.
  • Dra. Najla Benevides Matos, pesquisadora da Fiocruz Rondônia, atua na área de Saúde Pública, com foco em infecções sexualmente transmissíveis no pré-natal e doenças infecciosas na Amazônia. É chefe do Laboratório de Microbiologia da Fiocruz/RO e doutora pelo Instituto Pasteur (França).
  • Dra. Soraya dos Santos Pereira, pesquisadora em Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz Rondônia, com atuação voltada à Bioprospecção e Desenvolvimento de Bioprocessos e Bioprodutos
  • Dra. Geisa Paulino Caprini Evaristo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Rondônia), atua na área de saúde pública. Possui doutorado em Bioquímica e Biotecnologia e experiência na área de Proteoma, Peptidoma, Transcriptoma, Metaboloma e Produtos Naturais
  • Dra. Lúcia Helena de Oliveira Wadt, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Rondônia), atua nas seguintes áreas: Amazônia, dinâmica da regeneração, produção, marcadores moleculares e manejo de produtos florestais não-madeireiros, especialmente para as espécies castanha-do-brasil, andiroba, copaíba e jatobá.

Pesquisadoras premiadas no PRÊMIO FAPERO CT&I ao longo dos anos:

CHAMADA PRÊMIO CT&I Nº 006/2025

  • Dra. Juliana Pavan Zuliani é pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ Rondônia). Atua na área de Saúde Pública e foi premiada na categoria Pesquisador Destaque (PD), com 1º lugar.

CHAMADA PRÊMIO CT&I Nº 002/2024

  • Dra. Debora Francielly de Oliveira é pesquisadora da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Atua nas áreas de Desenvolvimento tecnológico e inovação em cadeias agroindustriais e conquistou o 3º lugar na categoria Pesquisador Inovador (PI).
  • Dra. Carolina Rodrigues da Costa Doria é pesquisadora da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Atua nas áreas de ictiologia, análise da dinâmica pesqueira e recursos pesqueiros na Bacia do Madeira e gestão comunitária dos recursos naturais e foi premiada em 1º lugar na categoria Pesquisador Destaque (PD).

PRÊMIO FAPERO CT&I-RO 2022

  • Dra. Vânia Beatriz Vasconcelos de Oliveira é pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Atua na área de comunicação científica e popularização da ciência e conquistou o 1º lugar na categoria Profissional de Comunicação (PC).
  • Dra. Carolina Bioni Garcia Teles é pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz Rondônia. Atua na área de Saúde Pública, com foco em malária e leishmaniose, e obteve o 2º lugar na categoria Pesquisador Inovador (PI).
  • Dra. Carolina Rodrigues da Costa Doria é pesquisadora da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Atua na área de recursos pesqueiros e sustentabilidade na Amazônia e foi premiada com o 2º lugar na categoria Pesquisador Destaque (PD).
  • Dra. Xênia de Castro Barbosa é pesquisadora do Instituto Federal de Rondônia (IFRO). Atua na área de geografia e educação profissional e tecnológica e conquistou o 5º lugar na categoria Pesquisador Destaque (PD).
  • Dra. Deusilene Souza Vieira Dall’Acqua é pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz Rondônia. Atua na área de virologia molecular e doenças infecciosas e recebeu o 6º lugar na categoria Pesquisador Destaque (PD).

Criado em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência reforça a importância da equidade de gênero no campo científico. A data chama atenção para a necessidade de ampliar a presença feminina nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), valorizar o trabalho das pesquisadoras e estimular o interesse de meninas pela ciência desde cedo, enfrentando as desigualdades que ainda persistem nesses espaços.

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