
Com a criação de um Projeto de Lei, Luiz Cláudio mira tanto na atenção básica quanto na média e alta complexidade
Como futuro deputado federal eleito por Rondônia, no dia 04 de outubro deste ano, Luiz Cláudio da Agricultura, número 5522, vai lutar em Brasília por mais recursos para o setor de Saúde do Estado, em especial o Sistema Único de Saúde (SUS). Ele pretende criar um Projeto com foco na atenção básica quanto na média e alta complexidade. A atenção básica (rede formada por Unidades Básicas de Saúde, as chamadas UBS) é porta de entrada do SUS vive sobrecarregada em Rondônia por falta de investimento do governo federal. “Nós vamos brigar por mais verba, tendo como base o número de pessoas que estão desassistidas na maioria dos municípios. É preciso atualizar os repasses”, afirma.
A estratégia tem como meta reduzir a fila de espera ampliando as equipes de Saúde da Família e melhorar a gestão da regulação para diminuir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias. Luiz Cláudio defende, em alguns casos, a implantação da Saúde Digital e Telemedicina, técnica já reconhecida pelo Ministério da Saúde e bastante utilizada a partir da pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19. Para Luiz Cláudio, a modalidade vai ajudar a expandir o atendimento remoto e garantir infraestrutura de internet em unidades públicas de saúde e, isso, aumentar o suporte para pessoas que utilizam o Sistema Único de Saúde e estão distantes das áreas urbanas das cidades.
SAÚDE MENTAL
Números de uma pesquisa nacional recente sobre saúde mental, que coletou dados em 197 municípios de 26 estados no Brasil, mostram o avanço do número de pessoas acometidas por doenças mentais e a falta de acolhimento e atendimento adequado. Ao todo, foram alcançados 619 setores censitários em diferentes regiões do país. O levantamento reúne informações sobre as condições de saúde mental da população adulta, fatores associados ao sofrimento psíquico, desigualdades sociais e acesso aos serviços de cuidado.
Até 28 de agosto deste ano, foram realizadas 1.011 entrevistas completas, segundo a equipe técnica responsável pelo estudo. O plano amostral prevê a abordagem de 1.626 setores censitários e 16.260 domicílios, com expectativa de aproximadamente 10 mil entrevistas válidas ao final da coleta. A pesquisa considera a população com 18 anos ou mais, tendo como referência, para a definição da população e do desenho amostral, os parâmetros adotados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com base neste estudo, Luiz Cláudio vai trabalhar para que o governo federal via SUS, amplie a oferta de atendimento destinando recursos específicos para esta área e, ao mesmo tempo, cobrar de estados e municípios a aplicabilidade correta dos recursos destinados ao tratamento de saúde mental.
Fotos: meramente ilustrativas
