
ESPORTE NA PAUTA
Lúcio Albuquerque
Sinal amarelo para o vôlei
Qualquer criança sabe que “sinal amarelo” significa “atenção”. Há algum tempo penso que a seleção e futebol só se classifica para a Copa do Mundo em razão de seus adversários não serem – afora a Argentina – tão importantes no ranking da Fifa: Equador, Colômbia e Uruguai, e no final da classificatória para a Copa/2026 esses três países, e a Argentina, campeã, ficaram acima do Brasil.
No futebol há muito tempo deixamos de “assustar”, e não vou discutir aqui o assunto. Quem me conhece sabe que o “esporte bretão” nunca foi meu predileto, apesar de eu ter vivido os tempos dos cinco mundiais ganho pelo “(ex) país do futebol”.
Prefiro, e não é de hoje, o Atletismo, o Handebol, o Judô e o Voleibol – este mais toma a minha atenção, desde antes do primeiro título olímpico, o de 1992, quando o “país do futebol” passou a sentir que havia alguma coisa “na face oculta da lua”, iniciada em 1982 quando surgiu a “Geração de Prata”.
Nas últimas competições o time feminino tem, em várias delas, ficado no vice, um lugar que no Brasil poucos valorizam, o que é um erro, porque para chegar a esse nível é difícil, ainda mais se considerar que praticamente em todas as competições maiores (mundiais, olimpíadas e VNL) suas principais jogadoras ficam de fora, contundidas ou vindo de seus clubes com contusões, de seus clubes, obrigando a equipe técnica a mudar o time dentro da competição.
Um fato me chamou a atenção por ter ouvido atletas, membros da comissão técnica e jornalistas falarem, ao fim do sul-americano que foi uma competição difícil e que a seleção do campeonato. É só ver como ficou a seleção do “sula: 3 argentinas, 2 brasileiras e uma colombiana.
Domingo, 21, afora um tsunami até lá, Brasil e Argentina decidem o sul-americano masculino do vôlei, e se “los hermanos” forem campeões (no feminino o time do Zé Roberto já fez sua parte) não será zebra, ficando com a vaga olímpica para 2028.
E nós teremos de partir para o pré-olímpico.
Roberta, melhor levantadora do sul-americano e provável ausência na Olimpíada de 2028: aposentadoria