Com o objetivo de otimizar o atendimento nas unidades de pronto atendimento da capital, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) realizou uma oficina especializada em Classificação de Risco em Urgência e Emergência.
A capacitação, organizada pelo Núcleo de Educação Permanente (NEP) do SAMU, aconteceu nas instalações do Instituto Estadual de Educação em Saúde Pública de Rondônia (IESPRO). O treinamento foi direcionado especificamente a enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam nas UPAs, pronto atendimentos e salas de estabilização do município.
Agilidade e humanização no atendimento
A classificação de risco é a “porta de entrada” técnica do paciente. É por meio dela que se define a prioridade do atendimento, garantindo que casos graves recebam socorro imediato, enquanto casos de menor complexidade sejam devidamente orientados. A reciclagem contínua desses profissionais é vital para reduzir o tempo de espera e evitar o agravamento de quadros clínicos.
“A atualização constante dos nossos técnicos e enfermeiros é o que garante que o Protocolo de Manchester e as normas de triagem sejam aplicados com precisão. Isso salva vidas, pois permite que a equipe identifique prontamente quem não pode esperar”, afirmou Francisca Nery, diretora do Departamento de Média e Alta Complexidade (DMAC).
Para o prefeito Léo Moraes, investir na qualificação dos profissionais impacta diretamente na qualidade do atendimento. “Estamos fortalecendo nossas equipes com capacitação contínua para garantir mais agilidade, segurança e eficiência no atendimento à população. Esse é um compromisso da gestão com a saúde pública”.
O evento contou com uma carga horária dividida em dois turnos para abranger diferentes escalas de trabalho: o período da tarde no primeiro dia e o período da manhã no segundo dia.
Para a secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, o investimento em educação permanente é um pilar da gestão. “Nosso compromisso é com a qualidade da assistência prestada à população. Ao fortalecer o conhecimento técnico das nossas equipes nas pontas de atendimento, como as UPAs e as salas de estabilização, elevamos o padrão de segurança tanto para o paciente quanto para o profissional.”
