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Treinamento orienta equipes para atendimento a comunidades ribeirinhas

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Treinamento apresentou o uso de formulário digital desenvolvido para registrar informações sociais e territoriais das comunidades ribeirinhas

 

Servidores municipais participaram de uma capacitação voltada a metodologia de escuta social e ativa, com foco no uso de uma ferramenta digital destinada ao levantamento de dados e cadastro de famílias ribeirinhas em áreas suscetíveis a eventos climáticos. A formação integra as ações de planejamento do município para situações de cheia, seca e outros eventos extremos que afetam, principalmente, as comunidades localizadas no Alto, Médio e Baixo Madeira.

O treinamento foi realizado em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas (PPGPP) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) e contou com parceria da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMSDC) e Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), Secretaria Municipal de Economia (Semec).

Durante a atividade, os participantes conheceram o processo que será adotado para o levantamento de informações em campo, a partir da escuta social e do uso de formulário digital, desenvolvido pela Superintendência Municipal de Tecnologia da Informação (SMTI).

DIAGNÓSTICO SOCIAL E TERRITORIAL

A estratégia permitirá registrar dados sobre a realidade das famílias que vivem em áreas de risco e contribuirá  para a construção de diagnósticos sociais e territoriais mais precisos.

O Supervisor das Ações de Enchentes e Cheias de 2026 e Diretor Executivo da Defesa Civil, Marcelo Duarte, destacou a importância da atividade para fortalecer a atuação integrada entre as secretarias e garantir que o levantamento de informações seja realizado de forma organizada e contínua.

“Hoje recebemos as equipes da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias) e da Defesa Civil, que vão nos ajudar a catalogar essas informações. Trazer essa capacitação, que foi planejada pela Semec, é primordial para que não se faça apenas uma política de gestão, mas sim uma política de Estado, garantindo perenidade nas ações e na aplicação dessas informações.”

Durante o encontro, os participantes receberam orientações para leitura comunitária, instruções técnicas sobre o funcionamento do instrumento de coleta e procedimentos necessários para garantir a qualidade e a confiabilidade das informações registradas.

Assim o poder público coletará as informações para compreender com maior precisão o contexto social em que as famílias estão inseridas e os impactos provocados pelos eventos climáticos extremos no município.

ESCUTA JUNTO ÀS COMUNIDADES

A escuta social é um dos elementos centrais no processo de coleta de informações junto às comunidades. Os servidores também receberam orientações sobre como conduzir esse diálogo de forma respeitosa e sensível, valorizando o relato das famílias e garantindo que suas necessidades e realidades sejam compreendidas com maior precisão.

Estevão Fernandes, antropólogo e docente do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal de Rondônia (Unir), foi responsável por conduzir a capacitação e apresentar orientações sobre a abordagem social no processo de coleta de dados junto às famílias atendidas. Segundo ele, compreender as especificidades das comunidades, a partir da escuta, é fundamental para garantir a qualidade das informações registradas.

“A abordagem também precisa considerar as características sociais, culturais e territoriais das comunidades atendidas, especialmente nas regiões ribeirinhas e rurais. Quando essa sensibilidade está presente no momento da escuta e do registro das informações, o levantamento de dados consegue refletir com mais fidelidade o contexto vivido pela população.”

BASE DE DADOS PARA RESPOSTA A EVENTOS CLIMÁTICOS

Formação reuniu equipes da Defesa Civil, Semias e Semec em parceria com a Unir Formação reuniu equipes da Defesa Civil, Semias e Semec em parceria com a Unir

Outro ponto discutido durante o treinamento foi o registro adequado das informações no sistema digital. O cuidado na inserção dos dados permitirá que o município consolide um banco de informações capaz de subsidiar diagnósticos mais consistentes sobre vulnerabilidade social e riscos climáticos.

A partir disso, a Prefeitura pretende aprimorar a identificação das necessidades dos moradores que vivem ao longo do Madeira e fortalecer a capacidade de resposta do poder público em situações de emergência. O levantamento permitirá identificar, por exemplo, perdas na produção agrícola e pesqueira, dificuldades de acesso a serviços de saúde e educação e impactos na renda das famílias.

A secretária executiva de Planejamento da Secretaria Municipal de Economia (Semec), Larissa Ananda, ressaltou que a pasta tem atuado na articulação institucional da capacitação e no suporte técnico para estruturar o banco de dados que será formado a partir das informações coletadas nas comunidades.

“A Semec tem apoiado diretamente na articulação dessa capacitação, conectando as equipes da Defesa Civil, da Semas e a universidade para estruturar um instrumento de coleta que realmente dialogue com as necessidades do município. Essas informações serão fundamentais para consolidar uma base de dados sobre as comunidades ribeirinhas e áreas de risco, o que permitirá que o município planeje melhor suas ações antes, durante e depois dos eventos climáticos.”

Além de apoiar o atendimento emergencial e elaboração de planos de ação, os dados coletados também servirão de base para o planejamento de políticas públicas voltadas à prevenção de desastres, à captação de recurso federais para mitigar os danos e recuperar as áreas atingidas, bem como à proteção social e ao desenvolvimento de estratégias de adaptação climática no município. O objetivo é desenvolver ações cada vez mais eficazes de proteção às comunidades que vivem em áreas vulneráveis, respeitando seus costumes e modo de vida.

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