Cassino sem depósito gratis giros portugal

  1. Jogo De Bingo Online Que Ganha Dinheiro De Verdade: Em outras palavras, nenhum requisito de aposta será atendido ao jogar jogos de mesa com dinheiro bônus.
  2. Acepick Casino No Deposit Bonus - O Tsars Casino é legítimo com uma licença de Curaçao
  3. Jogue Caça Níquel Na Cool Wolf: Uma vez aceito, um bônus é creditado no seu saldo jogável

Ganhar dinheiro cassino 2024

Melhor Site Casino Online
De todos os jogos oferecidos, os slots são, sem dúvida, o jogo mais popular entre os jogadores de cassino online
Zodiac Casino No Deposit Bonus
Por outro lado, um jogo bem projetado tem a capacidade de ocultar aspectos mais fracos e ainda fornecer uma experiência de jogo fantástica
Os clientes parecem ter um problema principalmente com respostas com script que não são necessariamente úteis

Ganhar na melhor slots

Probabilidade De Roleta
Como é um site de cassino offshore, levará vários dias para receber seus ganhos por meio de cheque ou transferência bancária
Casino Bonus Sem Depósito 2025
Mas foi a maneira como o PlayUp te dá muitas estatísticas úteis para coisas como encontros cara a cara, classificação e assim por diante que foi realmente impressionante
Cassinos Online Que Aceitam Visa

Connect with us
Logo

Geral

MPRO aponta falhas, Justiça segura contrato e Estado é pressionado a refazer licitação milionária da saúde

Publicada

em

 

Um parecer do Ministério Público de Rondônia (MPRO), expedido na última sexta-feira (20), reforça o cerco jurídico sobre um dos maiores contratos recentes firmados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O órgão recomendou a anulação do contrato nº 167/2026/PGE-SESAU, estimado em mais de R$ 47 milhões, destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes.
A manifestação ocorreu no âmbito de mandado de segurança que questiona a legalidade do processo licitatório e a contratação da empresa vencedora, a UNI SOS Emergências Médicas Ltda. Para o MPRO, houve descumprimento de exigências previstas no edital e na legislação, o que compromete a validade do contrato.

Na análise do promotor de Justiça Shalimar Christian Priester Marques, foram identificadas falhas relevantes ainda na fase pré-contratual. Entre os pontos críticos está a ausência de qualificação técnica obrigatória para o diretor técnico responsável pelas ambulâncias de suporte avançado Tipo D, as chamadas UTIs móveis, exigência prevista em norma do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O parecer também aponta inconsistências na estrutura operacional apresentada pela empresa, especialmente em relação à base de funcionamento e à composição tributária do preço. Segundo o MPRO, essas distorções teriam influenciado o resultado da licitação, gerando vantagem competitiva indevida.

Diante desse cenário, o MPRO recomenda que o Estado de Rondônia anule o contrato firmado a partir do Pregão Eletrônico nº 90197/2024/SUPEL/RO, por vício de origem decorrente do descumprimento de requisitos previstos no Termo de Referência.

“Em especial a ausência de Registro de Qualificação de Especialista (RQE) do diretor técnico no momento da contratação, em violação à Resolução CFM nº 2.007/2013, bem como pela estruturação artificiosa da proposta em detrimento dos princípios da isonomia e vinculação ao instrumento convocatório; adotando-se as providências para regular continuidade do serviço público de transporte inter-hospitalar, que poderá ser assegurada mediante nova licitação ou medidas emergenciais nos termos do art. 75 da Lei nº 14.133/2021”, grifa trecho da recomendação do MPRO.

Divulgação

Contrato já estava suspenso
Antes mesmo do parecer do Ministério Público, o contrato já havia sido suspenso por decisão liminar da Justiça. A medida foi concedida no plantão judicial pela juíza Juliana Paula Silva da Costa, no dia 28 de janeiro, e posteriormente mantida pelo juiz Edenir Sebastião Albuquerque da Rosa, da 2ª Vara da Fazenda Pública e de Saúde de Porto Velho.

A decisão impediu a execução do serviço nos moldes originalmente contratados e evitou o avanço de um modelo considerado irregular. Apesar da suspensão, o atendimento na rede pública foi mantido. A Sesau adotou medidas administrativas para garantir a continuidade do transporte de pacientes, sem interrupções.

Próxima fase  

O parecer do MPRO será agora analisado pelo Judiciário, que decidirá sobre a concessão definitiva da segurança e a possível anulação do contrato. Na prática, o caso abre caminho para a revisão completa da contratação, com a possibilidade de um novo processo licitatório ou adoção de medidas legais para assegurar o serviço dentro das normas.

 

Fonte: noticiadonorte.

Advertisement

30 Minutos Online © 2025 Todos os direitos reservados - Diretor de Redação: Zacarias Pena Verde