Política
Léo Moraes acerta em exonerar o micromanagement Leonardo Leocádio, uma bomba na SEMED de Porto Velho
Com a promessa de transformar e revolucionar as escolas municipais de Porto Velho, Leonardo Leocádio, professor de carreira do Instituto Federal de Rondônia (IFRO) tornou-se uma bomba prestes a explodir e implodir a Secretaria Municipal de Educação. Relatos de colegas; professores, técnicos e diretores de escolas municipais testemunharam que o perfil autoritário, tempestivo e ultrajante somado à arrogância em pessoa em nada somava ou contribuía. Léo errou em “jogar” o ensino municipal nas mãos de um profissional das tecnologias.
A gestão da educação e do ensino pré-escolar e fundamental não é para um profissional que fala bonito e tem um bom sorriso para o Instagram ou TikTok. Deve ser exercida por quem conhece o sistema profundamente, pois diariamente terá que pensar por 42.122 alunos, 3020 professores distribuídos em 84 (escolas e creches). É muita coisa!
Enquanto o prefeito Léo Moraes desejava resultados práticos de eficiência e qualidade no sistema educacional de Porto Velho, Leonardo Leocádio, engessou a SEMED, centralizando tudo em torno de si, além de não compartilhar as diversas ações que se encontram paralisadas por causa do seu estilo “micromanagement”. A necessidade excessiva de controle, superioridade e validação, que foi se manifestando ao longo de 2025 através de comportamentos como dificuldade em delegar, centralização de decisões e busca por reconhecimento foram as marcas do ex-secretário.
A SEMED na gestão de Leocádio colecionava críticas em creches, licitações, problemas nas estruturas das escolas, salas de aulas sem ar-condicionado, profissionais insatisfeitos, falta de diálogo/ liderança, etc… .
A ingerência do ex-secretário acabou atingindo o prefeito Léo Moraes que decidiu demiti-lo e se livrar de mais uma bomba.
Por Jornalista Victoria Bacon

