30 Minutos Online

Voo aeromédico dos Bombeiros de Rondônia é interceptado por caça da FAB durante missão de resgate

Um voo aeromédico do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO), que realizava o transporte de um paciente para tratamento médico especializado no Paraná, foi interceptado por um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) durante a missão. O episódio ocorreu na terça-feira (13), mas ganhou repercussão nesta terça-feira, 14 de janeiro de 2025, após a divulgação de imagens nas redes sociais.

A aeronave dos bombeiros havia decolado de Porto Velho com um paciente a bordo, que necessitava passar por uma cirurgia cardíaca em um hospital paranaense. Durante o trajeto, ao sobrevoar a região de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, o avião passou a ser acompanhado por um caça da FAB, em uma ação de interceptação aérea.

O momento foi registrado em vídeo pelo próprio piloto da aeronave do CBMRO. Nas imagens, é possível ver o caça militar voando lado a lado com o avião de resgate, o que chamou a atenção de internautas e gerou questionamentos sobre o procedimento.

Segundo o piloto, o contato com os militares da Força Aérea seguiu todos os protocolos padrão previstos para esse tipo de abordagem. Durante a interceptação, foram verificados o plano de voo, a identificação da aeronave e os dados da missão, sendo confirmada a natureza humanitária do deslocamento.

Em nota, a Força Aérea Brasileira esclareceu que esse tipo de ação é rotineiro e faz parte do policiamento e controle do espaço aéreo brasileiro, com o objetivo de garantir a segurança das operações aéreas. Após a checagem das informações, o voo foi liberado e seguiu normalmente até o destino final.

O Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia informou que a missão ocorreu dentro da normalidade e que o paciente chegou ao Paraná em segurança, onde deu continuidade ao tratamento médico necessário.

O caso evidencia a integração entre as forças de segurança do país e reforça a importância dos protocolos de controle aéreo, mesmo em missões de caráter emergencial e humanitário.

fonte:

Sair da versão mobile