A perícia realizou a coleta de provas e constatou a existência de uma câmera de monitoramento no local, que pode ter registrado a tentativa de atropelamento. Além disso, foram feitas fotografias de marcas de pneus, que indicam a investida do agressor.
O homem foi identificado pela Polícia Militar (PM), mas está foragido. Ele deve responder pelos crimes de ameaça, lesão corporal e tentativa de homicídio.
Ao g1, a Energisa informou que não compactua com violência e que está apoiando a empresa contratada para que tome as medidas cíveis e criminais em relação à agressão.
“A Energisa orienta toda a sua equipe a atender seus clientes e o público em geral dentro dos mais elevados padrões de respeito e cordialidade, com sensibilidade, mas também com o reconhecimento de que tal relação é pautada por direitos e deveres para ambos os lados”, diz parte do posicionamento.