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Dra. Taíssa clama por ação urgente em favor das comunidades indígenas isoladas de Guajará-Mirim

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Estrada que dá acesso às comunidades está intransitável, o que impede que os serviços essenciais cheguem até essas populações.

Na sessão plenária na última terça-feira (15), a deputada estadual Dra. Taíssa (Podemos) fez um apelo às autoridades do Estado de Rondônia, destacando a situação alarmante das comunidades indígenas isoladas na região de Guajará-Mirim. Representando uma das regiões mais afetadas pela seca, a deputada relatou as dificuldades enfrentadas pelos povos originários, que estão há mais de 20 dias com dificuldades de acesso.

 

A parlamentar destacou que mais de 5 mil pessoas, distribuídas em mais de 52 aldeias, estão isoladas devido às condições precárias das estradas e à falta de ação coordenada entre os órgãos responsáveis. Segundo a deputada, a estrada que dá acesso às comunidades está intransitável, o que impede que os serviços essenciais cheguem até essas populações. “Infelizmente, até hoje não temos o básico do básico nas nossas aldeias de estrada”, afirmou.

 

Durante a Semana da Criança, uma ação que ela realiza há mais de oito anos, Dra. Taíssa visitou pessoalmente a aldeia Bom Futuro, a última com acesso terrestre, e relatou as dificuldades que enfrentou para chegar até o local. “Tivemos várias vezes de tirar madeira, toco, para chegar na ponta, para quem mais precisa”, disse. A situação crítica tem gerado repercussão nacional e internacional, inclusive sendo noticiada pela Rede Globo, mas segundo a deputada, o movimento de apoio dentro do Estado ainda é insuficiente.

 

Em seu discurso, Dra. Taíssa fez um apelo direto ao governador do Estado de Rondônia, Marcos Rocha, e ao diretor do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), coronel Eder André Fernandes, solicitando que os maquinários necessários sejam enviados à região para abrir estradas de acesso. A parlamentar reforçou a importância de parcerias entre o governo estadual, a Funai e outras instituições para garantir o mínimo de dignidade às comunidades indígenas, permitindo o transporte de alimentos, água e medicamentos.

 

A deputada também ressaltou que o momento é crítico, pedindo atenção imediata das autoridades para que as ações não sejam limitadas apenas ao período eleitoral. “Não podemos tratar os nossos povos originários com indiferença. Não lembrem deles só na época de eleição ou quando precisam do voto, mas sim agora, que estão precisando de água, alimento e remédios”, enfatizou.

 

Como representante da região de Guajará-Mirim, Dra. Taíssa reafirmou seu compromisso com as populações indígenas e ribeirinhas, ressaltando que seu papel é lutar por melhores condições de vida para essas comunidades. “Eu, que moro ali na ponta, sei efetivamente a dificuldade que a nossa população vive”, disse, destacando que apenas quem enfrenta as dificuldades da região pode compreender a real dimensão dos problemas enfrentados.

 

A parlamentar finalizou seu discurso pedindo a união de todas as instituições, incluindo o Ministério Público, para que trabalhem juntos na solução do problema e ajudem a abrir acessos às comunidades isoladas. “O povo precisa de dignidade”, concluiu.

 

Essa fala forte e decisiva da deputada estadual Dra. Taíssa reforça a urgência de ações concretas para aliviar o sofrimento das comunidades indígenas e assegurar que o básico – como água, alimentos e saúde – chegue até os povos que mais precisam.

 

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